Samu e Siate: você sabe quando ligar para cada um?

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) recebem juntos, em média 500 ligações diárias de toda Curitiba e região metropolitana. Mas muitas vezes as pessoas, frente ao pânico, acabam ligando para o serviço errado em busca de socorro.

“É preciso saber diferenciar os dois serviços. O Siate, coordenado pelos bombeiros, é responsável pelo atendimento de traumas. Já o Samu atende os casos clínicos”, explica Ilmar Carneiro Leão, diretor do Samu. “Cada serviço tem uma referência hospitalar determinada pela sua central de regulação, por isso é importante chamar o correto. Ganha agilidade e tempo no socorro”, ressalta.

O Siate normalmente encaminha as vítimas para os hospitais Evangélico, Cajuru e do Trabalhador. Os três são especializados em traumas. Já o Samu faz o encaminhamento para as Unidades de Pronto Atendimento que realizam atendem as vítimas e, quando necessário, entra em contato com a Central de Leitos para viabilizar uma vaga em um hospital.

Mesmo sendo serviços de órgãos distintos, o contato entre eles é constante. “Alguns dos nossos médicos e enfermeiros realizam atendimento no Siate. Também fornecemos algumas macas e insumos quando eles precisam ou acompanhamos os atendimentos, principalmente quando não se sabe qual é a real proporção da ocorrência”, conta Carneiro Leão.

Veja abaixo o telefone e que tipo de atendimento cada um dos serviços presta:

Samu – 192

As ambulâncias do Samu se deslocam para atender emergências clínicas como, por exemplo:

– Dores no peito que surgem repentinamente, que podem ser sintomas de problemas no coração.

– Intoxicação com produtos de limpeza e envenenamento.

– Perda de consciência, desmaio e hemorragias.

– Crises de convulsão.

Siate – 193

As ambulâncias do Siate atendem traumas e ferimentos como, por exemplo:

– Acidentes de trânsito com um ou mais feridos.

– Socorro a vítimas de ferimentos de arma de fogo, faca, estilete canivete, dentre outros.

– Quedas com ferimentos e fraturas.

– Ataques de animais, como cães e abelhas.

– Choques elétricos graves.

fonte: Prefeitura de Curitiba

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